Uma intervenção do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resultou na retirada de um anel que ficou preso no dedo de uma menina, nesta sexta-feira (24), em Confresa. A mãe da criança procurou o 2º Núcleo Bombeiro Militar após notar inchaço e desconforto no membro da filha.
O socorro teve início por volta das 15h25 (Brasília UTC-3), quando a equipe avaliou o caso e identificou edema acentuado na falange do dedo. Diante da situação, os bombeiros optaram pelo uso de um cortador de anel especializado para remover o objeto sem causar danos à pele ou comprometer a circulação.
Uso do equipamento de precisão
O cortador de anel empregado pelo CBMMT é uma ferramenta de alta precisão, projetada para cortar ligas metálicas sem entrar em contato direto com a superfície da pele. Esse método é recomendado quando técnicas manuais — como aplicação de lubrificantes ou uso de fios — não apresentam eficácia e o inchaço impõe risco de lesão vascular.
Após a retirada do anel, os bombeiros realizaram nova avaliação no dedo da criança e constataram ausência de ferimentos graves. Sem necessidade de encaminhamento ao hospital, a menina recebeu orientações básicas de cuidados e foi liberada sob os cuidados da mãe.
Riscos de tentativas improvisadas
O CBMMT alerta para o perigo de tentar remover anéis presos em casa com ferramentas inadequadas, como alicates comuns ou facas. A prática pode provocar cortes profundos, fraturas ou intensificar o edema.
Especialistas recomendam atenção aos seguintes sinais de alerta para buscar ajuda imediata:
Imagem: Imagem ilustrativa
- Alteração de cor: dedo arroxeado ou pálido;
- Dormência: sensação de formigamento ou ausência de sensibilidade;
- Dor intensa: impossibilidade de movimentar a articulação.
Procedimentos em situações de emergência
Em casos semelhantes, a orientação oficial é não insistir na remoção do anel com força ou objetos inapropriados. Se o acessório não sair com água e sabão, o indicado é acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou dirigir-se à unidade mais próxima.
O acionamento rápido e o uso de equipamentos específicos podem evitar complicações graves e garantir atendimento seguro para crianças e adultos.
Com informações de Cenariomt





