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Brasil reforça participação nos Jogos Sul-Americanos da Juventude com investimento recorde de R$ 6 milhões

O Brasil chega à 4ª edição dos Jogos Sul-Americanos da Juventude, realizada na Cidade do Panamá, apoiado por um aporte histórico de recursos ao esporte de base. Só em 2025, o programa Bolsa Atleta destinou R$ 6 milhões às categorias iniciais, elevando o total investido entre 2005 e 2025 a R$ 48,4 milhões.

Coordenada pela ex-nadadora e medalhista olímpica Poliana Okimoto, chefe de missão, a delegação brasileira reúne mais de 250 competidores em 22 modalidades. O volume de recursos aplicado reflete o avanço de uma política pública que, ao longo de duas décadas, beneficiou 8.660 jovens atletas.

Quando o programa foi lançado, em 2005, apenas 111 bolsistas recebiam R$ 399 mil anuais. Hoje, em 2025, são 1.238 beneficiados – divididos em 417 na base e 821 no nível estudantil – com repasse total de R$ 6 milhões. Esse salto no número de bolsas reforça a presença do Brasil como maior potência esportiva sul-americana na formação de novos talentos.

Na distribuição por modalidades, o atletismo lidera o ranking de investimentos, com mais de R$ 14 milhões e 2.486 bolsas concedidas desde 2005. Em seguida, aparecem a natação, com R$ 9 milhões para 1.577 atletas, e o judô, que acumulou R$ 4 milhões em 885 bolsas.

Em termos geográficos, o Sudeste concentra 39% do total aplicado no período – cerca de R$ 17 milhões. A região Sul ocupa a segunda posição, com 25% dos recursos, ou aproximadamente R$ 11 milhões destinados aos jovens esportistas.

Imagem: Assessoria de Comunicação

Os Jogos Sul-Americanos da Juventude têm como objetivos principais promover a integração continental e avaliar o nível técnico de atletas de 14 a 19 anos. Além das disputas por medalhas em diversas modalidades, o evento prioriza o intercâmbio cultural e educativo entre os participantes.

O torneio também serve como vitrine para identificar promessas que poderão compor o elenco brasileiro em competições futuras, como os Jogos Pan-Americanos e as Olimpíadas. Ao lidar com o contexto competitivo e cultural, a iniciativa fortalece a base esportiva do país, ampliando as perspectivas de pódios em eventos internacionais.

Com informações de Mtesporte