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Pivetta rebate Lula sobre substituição do VLT pelo BRT em Cuiabá e Várzea Grande

O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), respondeu nesta semana às declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a troca do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) pelo sistema de ônibus BRT nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande. Em seu pronunciamento, Pivetta contestou a visão do chefe do Executivo federal, classificando como “inviável” a continuidade do projeto original de VLT que vinha sendo implementado desde 2018.

Quem: Otaviano Pivetta, governador de Mato Grosso, filiado ao Republicanos.

O que: O gestor estadual rebateu as críticas do presidente Lula, que avaliou a desistência do VLT como “irresponsabilidade” e desperdício de recursos públicos.

Quando: Em pronunciamento recente, sem data específica divulgada.

Onde: Comentários feitos em evento oficial na capital do estado, Cuiabá.

Como: Por meio de entrevista coletiva, Pivetta destacou o que considera falta de conhecimento técnico do presidente sobre o transporte coletivo e os custos envolvidos na operação de diferentes modais.

Por que: Segundo o governador, a decisão de substituir o VLT pelo BRT foi fundamentada na inviabilidade técnica e financeira da conclusão do modal sobre trilhos, iniciado em 2018 e marcado por atrasos e problemas de execução.

Imagem: Imagem ilustrativa

Em seu discurso, Pivetta declarou: “Eu acredito, com todo o respeito ao presidente Lula, que ele tem pouco conhecimento em transporte coletivo e muito menos em avaliar modal e custo de transporte coletivo. Ele é um grande político nacional e sabemos que ele sabe argumentar e sabe colocar muito bem o que ele quer fazer”.

O governador complementou afirmando que a administração estadual “prestou contas e continuará a prestar contas” dos investimentos realizados e justificou a paralisação do VLT ao mencionar que o projeto estava “mal feito” desde o início, em 2018. Ele reforçou que a opção pelo BRT visa atender melhor a população, com redução de custos operacionais e maior flexibilidade de operação.

Já o presidente Lula, em pronunciamento anterior, apontou que a decisão de interromper as obras do VLT representa um exemplo de “irresponsabilidade” e desperdício de dinheiro público, na avaliação de quem defende a continuidade do modal ferroviário como legado de mobilidade urbana.

O embate entre o governador e o presidente reflete divergências políticas e técnicas sobre a gestão de recursos e prioridades em projetos de transporte coletivo, tema que segue em debate em âmbito estadual e federal.

Com informações de Sonoticias